Vivino é pago? Como funciona e a alternativa para a sua adega
Resposta curta: o Vivino é grátis para baixar e usar, e tem um plano pago opcional, o Vivino Premium. Quem faz essa pergunta quase sempre quer saber outra junto — se o app serve para o que precisa. Este guia responde as duas: quanto custa, como funciona, e em que caso faz mais sentido uma alternativa ao Vivino feita só para controlar a adega.
O Vivino é pago?
O aplicativo é gratuito: dá para baixar, fotografar rótulos e ver as notas sem pagar. O que é cobrado é o Vivino Premium, uma assinatura com recursos extras. Na tabela de preços publicada pelo próprio Vivino, consultada em outubro de 2026, o Premium custa no Brasil R$ 14,90 por mês ou R$ 143,90 por ano. Valor e recursos do plano mudam com o tempo.
Como o Vivino funciona
Você tira uma foto do rótulo — ou da carta de vinhos do restaurante — e o app reconhece o vinho e mostra a nota média dada por outros usuários, com as avaliações que eles escreveram. Está disponível em português.
É uma ferramenta de decisão de compra: responde se um rótulo que você não conhece vale a pena. O Vivino também tem uma área de adega, onde dá para salvar as garrafas que você comprou; o ponto de partida do app, porém, é a nota da comunidade, não o seu estoque.
Quando procurar uma alternativa ao Vivino
A pergunta que o Vivino responde é esse vinho é bom?. Quem guarda garrafas em casa acaba precisando responder outras:
- Quantas garrafas eu tenho, e de quais safras?
- Em que prateleira está a que eu quero abrir hoje?
- Qual precisa ser bebida antes de passar do ponto?
- Eu já bebi esse vinho? O que eu achei?
- Quanto paguei da última vez?
São perguntas de inventário, não de descoberta. Quando elas pesam mais do que a nota média, o que você procura é um app de controle de adega.
O que o Minha Adega faz diferente
O Minha Adega é só isto: o inventário da sua adega.
- Entrada e saída: cada garrafa que entra e cada garrafa aberta fica registrada, então a quantidade que o app mostra é a que está na prateleira.
- Cadastro pelo código de barras: a câmera lê o código e a ficha do vinho vem preenchida quando o rótulo já está no catálogo. Não é reconhecimento por foto: sem código de barras, o cadastro é pelo nome.
- Posição: você anota onde a garrafa está — “prateleira 2, lado esquerdo”.
- Beber até: cada garrafa leva um prazo, que o app sugere pelo tipo, pela faixa de preço e pela uva. O critério está no guia de tempo de guarda de vinhos.
- A sua nota: o histórico guarda o que você achou de cada vinho, com a foto do rótulo e o preço que pagou.
- Android e iPhone: o app está na Google Play e na App Store, e a mesma conta vale nos dois.
O Minha Adega é pago?
É gratuito para começar, no Android e no iPhone. O plano gratuito tem um limite de garrafas em estoque; o Premium tira esse limite e acrescenta harmonização, estatísticas completas e edição da ficha técnica. O histórico dos vinhos que você já bebeu não tem limite de registros.
Preciso largar o Vivino para usar o Minha Adega?
Não. São contas separadas e uma não atrapalha a outra: quem já consulta notas no Vivino pode continuar, e passar o controle das garrafas para o Minha Adega. O que muda é onde fica a resposta para “o que eu tenho, onde está e quando abrir”.
Para começar, cadastre as garrafas que estão na sua adega hoje: com o código de barras, cada uma leva alguns segundos. Se você ainda controla tudo à mão, o guia de planilha de controle de adega mostra o que vale registrar.
Coloque tudo isso em prática: organize sua adega no Minha Adega, grátis no Android e no iPhone.